05 agosto, 2012

Ainda assim, preciso de ti.

Esperarei aqui, para sempre por ti.
Perco-te na memória... Lembro-te a todos os instantes. Lembro-te nas manhãs quentes de Verão e nas noites geladas de Inverno. Lembro –os a bater num compasso acelarado, incrivelmente certos e rápidos, os
nossos corações. Incompreensível. Inimaginável, ao ver dos outros.
Queria esquecer os meus medos e fazer te feliz. Uma vez na vida, feliz.
Lamento a tristeza em que o nosso amor se torna e a sua falta de harmonia, por vezes.
“Quero casar contigo!” … lua nova … sorrisos por entre beijos… sussuros... fogo de artificio... medo meu … confiança tua … Sinto-te ainda, enquanto me afasto. Contudo, qualquer coisa me atrai..
“Desliga tu.”. “Não vás.”. “Oh meu Deus desculpa-me, desculpa-me” (lágrimas).
Os teus braços adornam-me o corpo. Os meus olhos perdem-se nos teus… Que faço?
“Sabes uma coisa? Tenho saudades tuas.”
Vou acordar de novo a meio da noite e depois voltar a sonhar contigo. Uma terrível claridade surge de madrugada, um novo dia, de nada valem as recordações… Espera, prometo-te que se no futuro ainda me amares, dormiremos junto ao mar...
És os meus dias e a minha proteção de todos estes. És tu, extremamente simples porém adorável, completamente ruim mas no entanto sensível, és uma mistura de sentimentos e emoções, um complexo de estados e motivos. És só tu e tu, perfeito, e não te troco por nada deste mundo.
Não sou o que sempre sonhaste. Ainda assim, preciso de ti. Não te esqueças de mim.