09 novembro, 2011

Gosto de sentir o vento,  acariciar-me o rosto.
O choro do céu que me congela o corpo,  
deixando-o pálido, cansado e sem vida.
E dos passeios á beira mar, 
Oh mar, como eu gosto de ti.
Gosto da noite escura  que me invade os pensamentos,
E do silêncio mórbido que me invade a alma.
Talvez goste de tudo,  ou talvez goste de nada.
Poupa-me o espírito, vá la. Peço-te, uma última vez.